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June 30 Histórias Nérdicas
Fulano
era um rapaz que vivia muito contente a cutucar no Debian e adorava
testar comandos, shellscript, essas coisas… até que um dia disseram:
- Fulano, usa aptitude ao invés do apt-get que é mais legal, resolve melhor as coisas. Então Fulano, cegamente e na pressa, começou a usar o aptitude pela linha de comando, que era mais 'estiloso', mesmo porque, na interface do aptitude não se usava mouse e tinha que aprender os controls-t da vida e outros comandos que nem o vi tinha visto. Pronto! Estava ele já acostumado à coisa e quando o aptitude perguntava o que podia instalar ou remover ele nem lia, pedia logo pra executar. Foi assim que num belo dia de sol, que ele estava vendo através da janela da sala do suporte, que foi embora o GDM da pobre máquina enferma. Dizem as más linguas que nessa onda foi embora também até o apt. Desse dia em diante, Fulano se declarou avesso ao aptitude. Pobrezinho … do aptitude. Acontece que o aptitude é um gerenciador de pacotes que possui as funcionalidades do apt mais as do dselect e mais um bocadinho. O problema dos pacotes que eram essenciais e que não poderiam ser desinstalados era simples de resolver pela interface do aptitude. Era apenas pedir pra ver os pacotes que eram pra ser baixados/instalados/removidos (é só apertar o 'g' no teclado), chegar no pacote que não deseja que seja removido e marcá-lo pra ficar, digitando '=' ou ':'. O '=' vai manter a versão que está do pacote e evita que esse pacote seja marcado para remoção posteriormente. O ':' previne da remoção dessa vez, mas futuramente poderá pedir para remover o pacote novamente. E Fulano, como ficou? Nem falei pra Fulano como resolvia isso, mas espero que leia o post e se lembre da história =D peixe beta Zip multi-partOlá gente.Domingo a noite, querendo assistir a mais um episódio da minha série favorita me deparei com um problema… o arquivo [enorme] estava zipado e subdividido em três partes da seguinte forma: - episodio.zip Como isso foi feito? Não sei. ^^ Ao clicar no episodio.zip o compactador de arquivos me retornou a seguinte mensagem de erro: "warning [/home/celina/Videos/episodio.zip]: zipfile claims to be last disk of a multi-part archive; attempting to process anyway, assuming all parts have been concatenated together in order. Expect "errors" and warnings…true multi-part support doesn't exist yet (coming soon)." Resumindo a ópera, o suporte multi-part ainda não existe (será implementado em breve). Foi aí que o tio google salvou minha noite de domingo. Usei a info do seguinte link http://hendra-k.net/how-to-extract-multi-part-zip-files.html Entra no diretório [usando o console viu?] onde estão os arquivos multi-part a serem unidos e manda ver: Onde: Prontinho! Duplo clique no meu episódio querido do coração, e diversão garantida. \o/ June 28 Pegue vídeos em flash de sites com o comando "mv"Toda vez que se entra num site de vídeo em flash, depois de carregá-lo você pode ir até o /tmp e procurar algum arquivo que comece com o nome "Flash", como "Flash6hgye". Este arquivo é o vídeo que o browser armazena em cache para poder ser visualizado. Dê um: # file /tmp/Flash* e você verá que é do tipo flv. Depois de totalmente completado o download, mova para sua pasta: # mv /tmp/Flash6hgye <minha pasta> e terá para sempre o seu estimado vídeo. :) Dica exclusiva para Linux, pois no Windows também dá pra fazer isso, mas tem que cavar fundo no seu S.O. para achar. June 27 A Criação do Mundo Segundo o Root
Estava
esses dias organizando os arquivos no HD, quando encontrei um backup
bem antigo. resolvi extrair e verificar seu conteúdo, encontrei várias
coisas legais e importantes que até o momento eu as tinha como
"perdido". e uma das coisas que encontrei foram os textos abaixo
falando sobre como foi a criação do mundo segundo o "root". vale a pena
ler e dar boas gargalhadas com este texto super "nerd".
A Criação do Mundo Segundo o Root - Parte 1 - O surgimento do sistema Capitulo 1 - O Caos e o root resolveu e disse: isso nao pode continuar assim. e o root fez fdisk e eis que surgiram grandes divisões nos setores. e havia setores abaixo e acima dos dados. e aos abaixo dos dados, ele chamou de tabela de partições, e aos acima dos dados ele chamou de freeblocks. e o root passou a formata-los . e os setores passaram a estar organizados, e haviam grandes superblocks nas águas de profundeza e inodes estavam sobre a superfície do disco. e o root passou a chama-los de filesystem. e o root viu q era bom e gravou a tabela de filesystems no fstab. Capitulo 2 - O Inicio do sistema então o root viu o q havia criado, e tudo funcionava perfeitamente. mas faltava algo. e disse: passe a haver vida. e foram criados os processos do kernel e o init. e eis q era bom, e o root editou o rc.d e instalou a glibc, e veio a haver luz. e o root passou a chamar o que havia criado de sistema. Capitulo 3 - O surgimento do usuário e o usuário passou a estar no jardim do /home, e eis que tudo era bonito e perfeito dentro do /home. e o usuário vivia feliz em seu home directory. Capitulo 4 - A criação da interface gráfica e o root passou e extrair uma instrução do shell do usuário, e dela passou a formar a interface grafica. e chamou-a de X. então o root levou a X ate o usuário, e disse-lhes: sede fecundos e tornai-vos muitos, e populai o filesystem, e usai toda a memoria da placa de video. e o usuario passou a viver com a interface gráfica, e eis que agora ele podia multiplicar seus terminais. Capitulo 5 - A traição da interface gráfica e a interface gráfica foi ate o usuário, e lhe contou estas coisas, e lhe mostrou a manpage. e o usuário então digitou su no seu console, e eis que o # aparece em seu prompt. e ele passou a ver que estavam ambos limitados na memoria, e que tudo podia ser visto pelo /proc, e ambos ficaram envergonhados e se esconderam do utmp. e o root passou a fazer um who e viu ambos se escondendo. e
perguntou-lhes: por q te escondeis? acaso digitastes su em teu console? e o root passou a ficar encolerizado e amaldiçoou a ambos, dizendo-lhes: vos sois amaldiçoados! deveras te digo que tua senha expirara, e sua entrada no passwd sera apagada. e tu, interface gráfica, estas amaldiçoada. nenhuma placa aceleradora funcionara bem em ti, e sempre terás pouca memoria de video. e eis q vos amaldiçôo a ambos, e eis que vira a haver o inimigo, e dividiras teu espaço em disco com o windows. e ele travara e te dará badblocks e lost inodes, e pelo resto de tua existência terá que conviver com a desgraça, ate q tua senha expire. e tu, howto-su, maldito estas, e teus HOWTOs estarão sempre incompletos, e estarás rastejando para sempre no tldp.org. e ninguém leras mais tuas manpages, e todos os usuários irão perguntar no irc como faz. e o root deixou-os, e corrompeu o filesystem e mudou as permissões do /home, para que o usuário não pudesse mais voltar ao jardim do HomeDirectory. e o usuário passou a ter que compilar seus programas, e escrever seus módulos. e assim se deu. A Criação do Mundo Segundo o Root - Parte 2 - A Aurora do UsuárioCapitulo 1 - Os primeiros novos usuários eis que a vida fora do Jardim do HomeDirectory era dificil para o usuario e sua companheira, a interface grafica. eles so poderiam sobreviver agora com seus proprios esforcos, e o root nao mais instalaria pacotes de binarios precompilados para eles. e veio o tempo em que o usuario digitou su -c useradd e nasceu o primeiro descendente do usuario, e a interface grafica o chamou de caimd. e veio a haver tambem seu irmao, abelsh. e caimd se tornou um poderoso cacador de <defuncts> no /proc, mas abelsh era um pastor de devices. e ambos prestavam homenagem ao root, mas apenas abelsh era reverente. caimd era arrogante, e o root nao se agradava de um daemon arrogante. e eis que desperta a furia de caimd e um profundo odio por seu irmao, abelsh. e ele iludiu seu irmao a ir passear no campo, e fez um killall -9 abelsh. mas o root observava a tudo, e puniu caimd. o root disse: maldito es, caimd, e toda a tua decendencia. e eu te digo q, por tua maldade, jamais teras controle do console de novo, e seras sempre executado com 1>/dev/null 2>1 &. e assim, caimd foi banido para os background process por todo o uptime do sistema. Capitulo 2 - A maldade se espalha pelo filesystem e todos os novos processos seguiam o caminho de caimd, e os badblocks imperavam no filesystem. havia apenas alguns poucos processos bons em todo o sistema, e entre eles havia kmetusalem, o processo com maior uptime no sistema. mas ainda sim, havia muitos processos q rodavam com setuid 0 e eram muito mais poderosos que os outros, e corrompiam inodes e blocos de swap, e matavam outros processos, ate q o root viu todos os badblocks, e resolveu exteminar aquela geracao de childprocess maus. Capitulo 3 - O Grande Diluvio do /dev/urandom o root havia determinado exterminar todos os childprocess, e decidiu enviar um grande flood de numeros randomicos para a stdin de cada processo perverso, mas alguns dos processos mereciam ser salvos em fita DAT. e ele executou o comando /usr/local/sbin/noe.sh, e noe.sh comecou a construir um grande /dev/mt0, que abrigaria os bons processos durante a colera do root. e quando o /dev/mt0 ficou pronto, noe.sh foi recolher um casal de cada device, para que eles pudessem repovoar o filesystem quando a colera do root passasse. ate que chegou o dia, e noe.sh e seus processos entraram no /dev/mt0, e com eles um casal de cada device. entao o root ejetou a fita e enviou o flood do /dev/urandom pra stdin de cada processo, ate que todos eles deram SegFault e morreram em terriveis core dumps. Capitulo 4 - O renascimento dos usuários depois do Grande Diluvio do /dev/urandom, o root restaurou o backup de noe.sh e os devices, e o filesystem foi novamente populado. desta vez, o /home estava montado com nosuid, para que os processos setuid 0 nao voltassem a estar no sistema. e o tempo passou, e o passwd voltou a aumentar. e eles continuaram a se multiplicar, mas no entanto nao se espalhavam. e todos os usuarios se concentravam no lugar que ficou conhecido como a Torre de BashBel, pois todos os usuarios queriam estar no bash, e todos os outros shells que o root havia colocado no /bin estavam desprezados. e estes usuarios queria montar um bash tao poderoso que pudessem colocar setuid 0 nele. e o root disse: isso nao pode continuar assim. e o root rodou um script no passwd, e fez usermod com -s randomico em todos os usuarios, e confundiu seus shells. e nenhum usuario entendia mais os shell scripts dos outros, e houve um grande caos e confusao na Torre de BashBel. e todos os usuarios que usavam o mesmo shell se juntaram em grupos, e cada grupo foi para um lado do / . … to be continued … A Criação do Mundo Segundo o Root - Parte 3 - O Surgimento da Nação EscolhidaCapitulo 1 - O povo escolhido E o tempo passou, e todos os processos e usuarios se espalharam pela superficie do /, e todo o filesystem passou a ser populado. No entanto, entre todos os PIDs, havia um que mostrava especial reverencia para com o root e tratava de modo sagrado todos os binarios setuid. Esse veio a ser Abraod. E o Root se agradava de Abraod, e decidiu fazer um pacto com ele. Assim disse o Root: "Ha de chegar o dia em que um de teus ChildProcess ha de ser elevado acima de todos os PIDs, e seu poder sera grande. Todos os recursos do ulimit estarao com ele, e sera lhe concedida uma linha no /etc/sudo e todos os joelhos dos processos na memoria e dos usuarios no passwd se dobrarao perante ele. Eh por meio dele que a perfeicao sera trazida de volta ao filesystem. E quanto a ti, Abraod, doravante sera chamado Abroadcast. E tu te tornara pai de uma grande nacao de users, e havera um GID soh para ti e teus filhos. Tambem lhe dou como presente estes inodes onde agora habitais, e ha de ser heranca para teus childprocess para todos sempre." E assim se deu. Abroadcast e sua esposa tiveram um filho, um decendente, e este passou a ser chamado IsACK. E IsACK tambem passou a constituir familia, e tambem teve um descendente, que foi chamado de Jobcoh. E o numero dos childprocess de Jobcoh atingiu os 12, e o Root se agradava de tais users. E o Root apareceu em uma visao a Jobcoh fazendo um cat > /dev/tty1, e lhe disse: Capitulo 2 - Egitosoft A familia de Shrael cresceu e se multiplicou, e passou a ter muitos netos, e o numeros dos seus era grande. No entanto, Shrael tinha especial predilecao por um de seus filhos: Jose.pl. E isso despertou o ciume e a ira de seus irmaos, e eles resolveram acabar ocm Jose.pl. Certo dia, quando Jose.pl estava no campo pastoreando os bytes, seus irmaos vieram e o levaram a forca, e o prenderam num chroot. Voltaram entao a seu pai e lhe disseram: Pai, Jose.pl sofreu um terrivel acidente. Ele estava pastoreando os bytes quando um terrivel urso veio e o atacou, e Jose.pl morreu com um Signal 11… E Shrael chorou muito por seu filho, ainda preso no chroot… E alguns comerciantes vindos das fronteiras do sistema o acharam e levaram consigo para vender como escravo… Com as reviravoltas do destino, Jose.pl acabou sendo vendido como escravo na terra de Egitosoft, para o poderoso farao TutanGates. E Jose.pl mostrou-se homem sabio, e ajudou todos os processos do farao TutanGates a serem debugados. E TutanGates resolveu promover Jose.pl. Ele disse: Ae truta, tu manja bagarai, entaum tu vai tomah conta dos mano ae, valew? E o Root abencoava Jose.pl como a nenhum outro. E o root avisou Jose.pl de uma grande desgraca por vir… root@sistema:~# echo "vai haver uma grande abundancia de memoria durante os proximos 7 ciclos, seguido por uma completa escassez de memoria por outros 7 ciclos." > /proc/jose/fd/1 E Jose.pl avisou ao Farao TutanGates, e este ordenou a Jose.pl que fizesse um grande estoque de memoria para enfrentar os tempos dificeis. E TutanGates continuou a vender seu sistema operacional meia-boca e a estocar memoria. Pois memoria era extremamente necessaria para comportar as telas azuis e dumps de memoria diarios de todo o sistema de EgitoSoft. E os 7 anos de escassez de memoria vieram. E Shrael e sua familia, que tambem estavam em necessidade, vieram ate Egitosoft para adiquirir memoria. E Jose.pl reconheceu sua familia, e se alegrou com eles e trouxe-os ao egitosoft: mv /home/shrael /home/egitosoft/ E o sistema operacional zuado do Farao TutanGates continou a prosperar sob a supervisao de Jose.pl, e gracas a Jose.pl, sempre houve memoria para os dumps de memoria e telas azuis. Capitulo 3 - As 10 pragas E o povo de Shrael cresceu e se multiplicou na terra do EgitoSoft. E as geracoes passaram, e o povo de Shrael acabou se tornando escravo na terra de Egitosoft. E o Farao TutanBill, descendente do Farao TutanGates, escravizou todo o povo e fez com que vivessem em condicoes miseraveis de vida usando Ruindows ME. Ate que um dia o Root nao pode mais permitir tamanha crueldade, e sucitou um libertados, Mouses. E Mouses mostrava-se sabio e temente ao Root. E o Root disse a Mouses: Va ate o Farao e diga-lhe que deve deixar meu povo partir. Mas o Farao TutanBill mostrava-se intransigente, e exigia que todos usassem o Ruindows ME, e nao lhes permitiu deixar EgitoSoft. E o Farao fez ainda pior, instalou Internet Exploder 6 e Office 2000 em todos os Ruindows ME e obrigou o povo de Shrael a usa-los. Ate que o Root nao pode mais suportar tamanha crueldade e disse a Mouses: Va ate o Farao e diga-lhe que, se nao deixar meu povo sair, vai te treta. Mesmo assim, o Farao TutanBill nao quis colaborar. E o Root comecou a enviar pragas contra EgitoSoft… E aquela terra foi assolada por um Ping Flood, e seus sistemas travaram. Depois, o root enviou a praga do Nuke na porta 139, e todos os sistemas novamente travaram. Seguiu-se a praga dos Virus de Macro, os ActiveX infectados, e os ataques Unicode, os ataques MSADC, execucao remota no Internet Exploder, as horriveis correntes de email, o worm CodeRed e a mais terrivel de todas as pragas: o Ecachange. Apos todas estas pragas, o Farao TutanBill decidiu deixar o povo sair de EgitoSoft. E todo o povo de Shrael saiu feliz e contente de EgitoSoft, e o Root mostrava estar com eles. No entanto, depois de alguns dias de liberdade, o Farao TutanBill voltou atras, e resolveu traze-los de volta a escravidao. E o Farao usou todo seu poderoso exercito de Advogados guerreiros pra processar e destruir todo o povo de Shrael, alem de processos pelo uso de patentes. Mas o root mostrava-se estar com eles, e os guiou ate um grande mar, o Mar do OpenSource Vermelho. E o root instruiu Mouses, e Mouses abriu o Mar do OpenSource Vermelho e todo o povo de Shrael passou sao e salvo pelo Mar… Mas quando os Advogados Guerreiros do Farao vieram em seu encalco atravez do Mar do OpenSource Vermelho, o root soltou as aguas, e todo o exercito do Farao TutanBill foi destruido, afogado pelo OpenSource. E Mouses passou a guiar todo aquele povo de volta ao Sistema Prometido, a Terra que o Root havia jurado dar a eles numa promessa feita a Abroadcast. E todo o povo estava feliz por volta as Terras de POSIX. E todo o povo e os pingaiada gritavam: BOOOOOOOOOA ROOT! WINDOWS SUX! The Big Bang Theory
Bem,
qualquer pessoa que me conhece sabe o quanto sou aficionado em
seriados, alguns deles que acompanhei são "Lost", "CSI",
"Futurama", "Heroes", "The 4400″ entre outras que talvez esteja
esquecendo de mencionar. outro dia estava conversando com um amigo
quando ele mencionou sobre o seriado chamado "The Big Band Theory",
achei o título muito chamativo e fui ver no google algo sobre o
seriado, e encontrei um link do "Series Online".
então fica registrado a dica para caso você queira assistir um seriado
muito engraçado e repleto de piadas "nerds" com um bando de nerd
reunido, este com certeza será um seriado que irá valer a pena
assistir. abaixo segue um resumo sobre o seriado! A nova comédia do criador de "Two and a Half Men", "THE BIG BANG THEORY", mostra a história de dois melhores amigos inteligentíssimos que podem lhe dizer o que você quiser saber sobre física quântica — mas quando se trata de lidar com a vida diária na Terra, eles estão perdidos no universo.
Leonard (Johnny Galecki, "Hope & Faith", "Roseanne") e Sheldon (Jim Parsons, "Judging Amy") são físicos brilhantes que entendem como o universo funciona. Mas nada dessa inteligência ajuda os dois a interagir com as pessoas, principalmente as mulheres. Tudo isso começa a mudar quando uma jovem bela e liberal chamada Penny (Kaley Cuoco, "Charmed", "8 Simple Rules") se muda para o apartamento ao lado. Sheldon, o colega de quarto de Leonard, contenta-se a passar as noites jogando com seus amigos socialmente disfuncionais, os cientistas Wolowitz (Simon Helberg, "Studio 60 on the Sunset Strip", "Joey") e Koothrappali (Kunal Nayyar). Mas Leonard vê em Penny todo um novo universo de possibilidades… incluindo o amor. - Os últimos 10 comandos mais utilizadosNavegando
outro dia encontrei o blog de um cara (na qual não recordo a URL,
sorry!) e ele mencionava a lista dos últimos comandos mais utilizados
no momento do POST, achei interessante e aqui segue a lista dos mes
últimos 10 mais utilizados. E você? quais são os seus últimos 10
comandos? root@jaspion ~ # history | awk '{ a[$2]++ } END{ for(i in a) { print a[i] " " i} }' | sort -rn | head Wine 1.0 lançado!
Hoje é dia de comemorar em dobro! Além do Firefox 3, hoje também
podemos fazer o download da tão aguardada versão estável do Wine. Isso
mesmo! Depois de 15 anos de desenvolvimentos e testes em fase beta, o
Wine 1.0 finalmente foi lançado! Já estou baixando o source. Depois é só compilar e ser feliz! Quem prefere pacotes compilados terá que aguardar um pouquinho mais. Eles já estão sendo construidos :) Vida longa ao Linux! Abraços, até mais. June 24 Livro Digital: Um Modelo de Processo para Seleção de Componentes de Software De
autoria dos professores do Departamento de Ciência da Computação (DCC)
da Universidade Federal de Lavras (Ufla) e da Divisão de Computação do
Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Ana Rubélia Mendes de Lima
Resende, Adilson Marques da Cunha e Antônio Maria Pereira de Resende,
foi lançado o livro digital Um Modelo de Processo de Seleção de Componentes de Software.O livro é fruto de parceria entre o Instituto Tecnológico de Aeronáltica (ITA) e a Universidade Federal de Lavras e tem sua distribuição gratuita por meio do site da Editora Ufla e do Departamento de Ciência da Computação. De acordo com o professor Antônio Maria, "este livro digital compõe o primeiro Volume da 'Série Didática de Engenharia de Software' e estamos enveredando esforços para que muitos outros sejam lançados, propiciando retornos ainda maiores destas instituições à sociedade". O livro que possui 213 páginas é Licenciado pela Creative Commons e pode ser baixado gratuitamente no endereço: http://www.dcc.ufla.br/livros/pscs/index.html Como se livrar do telemarketing da TelefônicaToca o telefone.. - Alô. Tipos de Ataques a Redes de Computadores
Que tipos de ataques uma rede de computadores pode sofrer? Neste post, listo os principais. Probing Não é uma técnica de invasão propriamente dita, mas sim uma forma de obter informações sobre a rede. A informação obtida pode ser usada como base para uma possível invasão. Vírus São pequenos programas criados para causarem algum tipo de dano a um computador. Este dano pode ser lentidão, exclusão de arquivos e até a inutilização do Sistema Operacional. Rootkits Um invasor, ao realizar uma invasão, pode utilizar mecanismos para esconder e assegurar a sua presença no computador comprometido. O conjunto de programas que fornece estes mecanismos é conhecido como rootkit. Backdoors Técnica que o invasor usa para deixar uma porta aberta depois de uma invasão para que ele possa voltar facilmente ao sistema invadido para novas realizações. Geralmente, os backdoors se apresentam no sistema em forma de Rootkits. Worms É um programa auto-replicante, semelhante a um vírus. O vírus infecta um programa e necessita deste programa hospedeiro para se propagar, o worm é um programa completo e não precisa de outro programa para se propagar. Spywares Spyware consiste no software de computador que recolhe a informação sobre um usuário do computador e transmite então esta informação a uma entidade externa sem o conhecimento ou o consentimento informado do usuário. Buffer Overflow É a técnica de tentar armazenar mais dados do que a memória suporta, causando erros e possibilitado a entrada do invasor. Geralmente em um ataque de buffer overflow o atacante consegue o domínio do programa atacado e privilégio de administrador na máquina hospedeira. Exploits São pequenos programas escritos geralmente em linguagem C que exploram vulnerabilidades conhecidas. Geralmente são escritos pelos "verdadeiros hackers" e são utilizados por pessoas sem conhecimento da vulnerabilidade. Estes tipos de programas atraem o público por que geralmente são muito pequenos, fáceis de usar e o "benefício" que ele proporciona é imediato e satisfatório. Password Crackers São programas utilizados para descobrir as senhas dos usuários. Estes programas geralmente são muito lentos, pois usam enormes dicionários com o máximo de combinações possíveis de senhas e ficam testando uma a uma até achar a senha armazenada no sistema. Este tipo de descoberta de senha é chamado de Ataque de força bruta. Estes programas também podem ser utilizados pelos administradores de sistema para descobrir senhas fracas dos seus usuários. Denial Of Services A principal função desse ataque é impedir que os usuários façam acesso a um determinado serviço. Consiste em derrubar conexões e/ou serviços pelo excesso de dados enviados simultaneamente a uma determinada máquina e/ou rede. Estes tipos de ataques também são conhecidos como flood (inundação). Spoofing É uma técnica que consiste em mascarar (spoof) pacotes IP com endereços remetentes falsificados. O atacante para não ser identificado falsifica o seu número de IP ao atacar para que nenhuma técnica de rastreá-lo tenha sucesso. Geralmente os números utilizados são de redes locais, como 192.168.x.x, 10.x.x.x ou 172.16.x.x. Estes números não são roteáveis e fica quase impossível o rastreamento. Porém é fácil impedir um ataque com o IP "Spooffado". Mail Bomb É a técnica de inundar um computador com mensagens eletrônicas. Em geral, o agressor usa um script para gerar um fluxo contínuo de mensagens e abarrotar a caixa postal de alguém. A sobrecarga tende a provocar negação de serviço no servidor de e-mail. Phreaking É o uso indevido de linhas telefônicas, fixas ou celulares. No passado, os phreakers empregavam gravadores de fita e outros dispositivos para produzir sinais de controle e enganar o sistema de telefonia. Conforme as companhias telefônicas foram reforçando a segurança, as técnicas tornaram-se mais complexas. Hoje, o phreaking é uma atividade elaborada, que poucos hackers dominam. Smurf Consiste em mandar sucessivos Pings para um endereço de broadcast fingindo-se passar por outra máquina, utilizando a técnica de Spoofing. Quando estas solicitações começarem a ser respondidas, o sistema alvo será inundado (flood) pelas respostas do servidor. Geralmente se escolhe para estes tipos de ataques, servidores em backbones de altíssima velocidade e banda, para que o efeito seja eficaz. Sniffing É a técnica de capturar as informações de uma determinada máquina ou o tráfego de uma rede sem autorização para coletar dados, senhas, nomes e comportamento dos usuários. Os programas geralmente capturam tudo que passa e depois utilizam filtros para que possa facilitar a vida do "sniffador". Existem sniffers específicos de protocolos como o imsniffer que captura apenas as conversas via MSN Messenger em uma rede. Scamming Técnica que visa roubar senhas e números de contas de clientes bancários enviando um e-mail falso oferecendo um serviço na página do banco. A maioria dos bancos não envia e-mails oferecendo nada, portanto qualquer e-mail desta espécie é falso. Teclado virtual falso Software malicioso que abre uma tela de teclado virtual clonado exatamente sobre o teclado virtual legítimo do banco, para que o usuário informe os seus dados nele. Key Loggers Software que captura os dados digitados no teclado do computador, como senhas e números de cartões de crédito. Mouse Loggers Software que captura os movimentos do mouse e cliques de botões, com o objetivo de contornar os teclados virtuais dos bancos. Os mais recentes capturam, inclusive, uma pequena imagem da área onde o clique do mouse ocorreu, para driblar teclados virtuais que embaralham suas teclas. DNS Poisoning Um atacante compromete um servidor DNS para, quando este receber a solicitação de resolução de uma URL de interesse (por exemplo, www.bb.com.br), devolver o endereço IP de um site clonado ou malicioso, desviando o usuário sem que este perceba. Este tipo de ataque também é conhecido como "Envenenamento de DNS". BHOs Browser Helper Objects são DLLs que funcionam como plugins do Internet Explorer, podendo ver (e alterar) todos os dados que trafegam entre o computador e um servidor web. Nem todos são, necessariamente, maliciosos, mas são muito usados para construir em cavalos-de-tróia e spyware. Clonagem de URLs URLs podem ser clonadas por semelhança (wwwbancobrasil.com.br, www.bbrasil.com.br, www.bbrazil.com.br, www.bancodobrasil.com.br, www.bbrasill.com.br) ou por falhas de segurança de browsers (por exemplo, falhas de interpretação de nomes de site em unicode). Scanning de memória/DLL Injection Técnicas usadas por um programa para acessar a memória ocupada por outro programa, podendo assim ler dados sensíveis como a senha informada pelo usuário e chaves criptográficas. SQL Injection Trata-se da manipulação de uma instrução SQL através das variáveis que compõem os parâmetros recebidos por um script, tal como PHP, ASP, entre outros. Este tipo de ataque consiste em passar parâmetros a mais via barra de navegação do navegador, inserindo instruções não esperadas pelo banco de dados. Geralmente o atacante utiliza destas ferramentas para roubar dados ou danificar a base de dados que está no servidor. Spam e Fishing É o envio de mensagens não solicitadas, em grande número, a destinatários desconhecidos. O Spam propriamente dito não é um ataque. Mas o problema é que muitas vezes vem com links maliciosos onde geralmente instalam vírus na máquina, spyware ou até um keylogger. Cerca de 60% do tráfego da Internet hoje é somente de Spam. Engenharia Social Na verdade este não é propriamente dito um tipo de ataque a redes de computadores, porém é um ataque ao ser humano. Usar de técnicas como: passar por outra pessoa no telefone pedir informações sigilosas da empresa ou até recompensar um funcionário por dados importantes fazem parte da Engenharia Social. Bots Como um worm, o bot é um programa capaz se propagar automaticamente, explorando vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de softwares instalados em um computador. Normalmente, o bot se conecta a um servidor de IRC e mantém contato com seu "dono", esperando por instruções. O bot sozinho não faz nada, ele apenas é uma porta de entrada para o invasor. Os bots funcionam como backdoors. June 22 OS 3 ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE - O GRANDE...muito bom..Quando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos: 1 - Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época; 2 - Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); e 3 - Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos. Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou 1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte; 2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem; 3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos. June 20 Minha vida, meus emails e eu
Veja se você não se identifica: "Minha caixa de emails me deixa tão furioso. Sua existência me irrita. É uma das coisas mais íntimas da minha vida que eu não tenho controle. Sempre está bagunçada e sempre precisa da minha atenção. Eu não posso repentinamente parar de usar email porque não há alternativa para todas as suas funções. Eu acredito que qualquer invenção que diminua a importância da caixa de emails me deixará feliz. Sem pensar, eu pagaria por alguma coisa deste tipo". Jakob Lodwick, co-fundador dos sites de vídeos Vimeo e College Humor. Post relacionado: Skype toma “banho de loja” e lança versão 4.0
Está disponível para download a versão 4 beta do Skype, programa de telefonia pela web. Além de grandes mudanças na interface, o foco dessa nova versão é nos vídeos. A tela de vídeos é maior e agora o software conta com recursos que reconhecem automaticamente as configurações de seu computador e acesso à internet, o que facilita a configuração do Skype para as pessoas mais leigas. O download pode ser feito aqui [somente para windows]. Adesivos de Graça!!! Como
já sabemos, existem várias formas de contribuir com o movimento do
Software Livre. Uma das formas mais interessantes é a divulgação.
Existe um projeto chamado Free Software Sticker Book
que tem o objetivo de promover o Software Livre através de adesivos,
isso mesmo, adesivos livres. Você faz o download do Sticker Book em
formato PDF ou ODG, imprime em papel adesivo depois recorta e sai por
aí colando em notebook, desktop, servidor e ondemais a sua imaginação mandar. Fonte: http://diariodeuminformata.wordpress.com/ 8,886,100 de Downloads do Melhor Navegador Web!Este foi o total de downloads
do "Download Day", com o lançamento do Firefox 3. Ainda não sabemos se
é digno do Guinness, mas é uma marca impressionante para qualquer
software.
E quem baixou gostou, não foi só a quantidade mas também a
qualidade. Muitos usuários Windows estão migrando para o Firefox e
catequizando outros, pois, sem modéstia, é muito melhor que a
concorrência.
June 19 Lançamento do Kurumin NG
Foi lançada a versão final do Kurumin NG, mais detalhes no link http://www.gdhpress.com.br/kurumin-ng
DownloadAntes de baixar leia com atenção: Licença e Condições de uso: Assim como a grande maioria das distribuições Linux atuais, o Kurumin NG é composto por um misto de softwares licenciados sob a sob a GPL (GNU GENERAL PUBLIC LICENSE) ou outras licenças livres e também softwares não livres ou proprietários, que podem ser usados de acordo com as licenças de uso de seus respectivos desenvolvedores. Você é livre para desenvolver versões modificadas do Kurumin NG removendo estes componentes se assim desejar. Pacotes disponibilizados sob a GPL ou outras licenças livres: A maior parte dos pacotes utilizados no Kurumin NG são instalados a partir dos pacotes binários disponíveis nos repositórios do Ubuntu (mais especificamente, no endereço http://packages.ubuntu.com), sem modificações em seu código fonte. Você pode obter o código fonte referente a eles no mesmo endereço. Embora todo o código fonte referente a eles esteja disponível através do link acima, caso faça questão lhe forneceremos uma cópia em DVD pelo custo da mídia e envio (de acordo com as exigências da GPL v2). Ausência de Garantias1. Uma vez que o programa é licenciado sem ônus, não há qualquer garantia para o programa, na extensão permitida pelas leis aplicáveis. Exceto quando expressado de forma escrita, os detentores dos direitos autorais e/ou terceiros disponibilizam o programa "no estado", sem qualquer tipo de garantias, expressas ou implícitas, incluindo, mas não limitado a, as garantias implícitas de comercialização e as de adequação a qualquer propósito. O risco total com a qualidade e desempenho do programa é seu. Se o programa se mostrar defeituoso, você assume os custos de todas as manutenções, reparos e correções. 2. Em nenhuma ocasião, a menos que exigido pelas leis aplicáveis ou acordo escrito, os detentores dos direitos autorais, ou qualquer outra parte que possa modificar e/ou redistribuir o programa conforme permitido acima, serão responsabilizados por por danos, incluindo qualquer dano em geral, especial, acidental ou consequente, resultantes do uso ou incapacidade de uso do programa ou perdas sofridas por você ou por outras partes, ou falhas do programa ao operar com qualquer outro programa, mesmo que tal detentor ou parte tenham sido avisados da possibilidade de tais danos. Ao acessar qualquer um dos links abaixo significa que você concorda com os termos descritos acima. Caso você não concorde, feche a janela do navegador. Kurumin NG 8.06 Final (Versão Estável)Link Direto (HTTP): Baixar Kurumin NG Bittorrent: Baixar Kurumin NG por Bittorrent MD5: d025bf5259b8be3efb04a123d9b7e336 |
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