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Revista Info - Agosto 2007Com um pouco de atraso mas aqui está a info de agosto.Revista Info - Julho 2007Demorou para acharmos mas aqui está a info de julho.Garota carrega Linux no peitoSexta! Dia de relaxar e curtir besteiras…
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O Google colocou no ar o Google Book. Neste sítio, os internautas poderão fazer o download e imprimir na íntegra diversos livros, cujos direitos autorais expiraram, escritos por grandes autores, como Dante, Victor Hugo e William Shakespeare.
Sabedoria
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água: "a água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna".
Quando alguém o ofender ou o frustrar, "você" é a água e a pessoa que o feriu é o obstáculo!
Contorne-o sem discutir.
Aprenda a amar sem esperar muito dos outros.
1 – Preço. É difícil competir com algo que costuma ser gratuito, como o software livre. Mas vale lembrar que os defensores dos programas fechados argumentam, com razão, que se deve considerar o custo total de se usar uma ou outra solução (o chamado Total Cost of Ownership), somando o gasto com suporte, treinamento e afins ao preço inicial. Isso muitas vezes elimina ou reverte a vantagem do preço, que nem é mais visto como a maior vantagem do software livre. Mas que ajuda na decisão, ajuda.
2 – Liberdade. Quer instalar em 50 novas máquinas? Tudo bem. Quer copiar para um colega de outro departamento? No problem. Quer incorporar a um produto da empresa e passar a distribui-lo para terceiros? Você decide. A Free Software Foundation, que defende um conceito ligeiramente diferente do Open Source, adora ressaltar que o "free" de seu nome se refere a liberdade, e não preço (daí usarmos a expressão "software livre", e não "software grátis").
3 – Evolução. Nada pior do que ter toda uma operação dependente de um software proprietário e a empresa responsável fechar as portas, ser adquirida pela concorrente ou simplesmente decidir que não vale mais a pena dedicar esforços à atualização daquele programa. Com software livre, ninguém pode matar um programa de uma hora para a outra e você sempre poderá investir recursos próprios ou contratar terceiros para adaptarem o software a um novo ambiente ou desenvolver novos recursos.
4 – Variedade. Se o desenvolvimento de um software livre atinge uma encruzilhada, os programadores podem optar por dividir seus esforços entre duas ou mais versões. Isso sem dúvida alguma dificulta o processo, mas permite que diferentes linhas de ação coexistam e compitam entre si, estimulando o aprimoramento contínuo de cada uma delas. E se a maioria dos desenvolvedores optar por um caminho que não atende às suas necessidades, você sempre pode criar uma versão personalizada do software.
5 – Comunidade. O acesso ao código-fonte dos programas permite que qualquer curioso os estude e possa trabalhar neles. Isso estimula os programadores independentes e cria um senso de comunidade e objetivos coletivos. O resultado é uma grande oferta de mão-de-obra especializada e desenvolvedores/usuários apaixonados pelos programas. Quantas pessoas você conhece que compram camisetas da Microsoft ou colocam bonecos (Vodu não vale) do Bill Gates sobre seus monitores? E do pinguim do Linux?
6 – Qualidade. A idéia de um software em que todo o mundo pode mexer não inspira muita confiança, mas na prática, acaba funcionando. Primeiro, porque a já citada comunidade se auto-regula e auto-corrige, evitando erros que poderiam passar desapercebidos num time de desenvolvimento menor. Mas, principalmente, porque não existe pressão do chefe para cumprir prazos de lançamento. Sem requisitos comerciais a serem atendidos, os programadores trabalham até estar tudo realmente pronto.
7 – Segurança. Este é outro ponto em que a realidade surpreende quem acha que um software cujas entranhas estarem à vista de todos deve ser mais vulnerável. Pelo contrário. O fato de seu funcionamento interno ser de conhecimento público contribui para a identificação e correção de eventuais falhas. Diferente do software proprietário, uma caixa-preta a que só têm acesso os próprios programadores que deixaram passar as falhas de segurança e hackers mal-intencionados que as exploram.
Como é terrível quando descobrimos que esquecemos de salvar alguma coisa não é? Ou quando o HD da algum problema e perdemos dezenas de arquivos importantes. Por isso é sempre importante fazer backup, mas qual a melhor forma?Se você possui banda larga já parou pra pensar como seria bom usufruir dela para fazer backup online? Quem tem um Mac e paga o serviço ".Mac" sabe do que se trata, pois com ele você pode sincronizar seus favoritos, e-mails, fotos, vídeos e muito mais, mas e quem não tem um Mac ou prefere não pagar os US$ 99,00 por ano para a Apple?
Pra essas pessoas que existe o Mozy, um sistema de backup automatizado de excelente qualidade e ainda por cima gratuito. Funciona assim: Você se cadastra no site, faz o download do software e instala na sua máquina. Aí é só se logar pelo programa e escolher o que você quer que o mozy automaticamente faça backup para você. Por exemplo, você pode escolher: E-mails e contatos (suporte para outlook, outlook express, thunderbird e Apple Mail), contatos, favoritos do firefox, favoritos do internet explorer, músicas (do diretório de músicas incluindo o iTunes), fotos e imagens do iPhoto (ou da pasta fotos no windows), apresentações (power point e keynote), planilhas, documentos, vídeos, configurações de programas, dentre outras coisas. Veja abaixo uma imagem de configuração do Mozy:
Além das políticas de backup prontas que o Mozy possui, você poderá indicar manualmente alguns diretórios importantes para que o Mozy faça o backup de todos arquivos para você também. O mais legal do programa é que toda a vez que o Mozy for fazer um backup, ele o fará apenas dos arquivos novos e modificados. Se você não modificou um arquivo que já foi backupeado anteriormente, o Mozy passa por cima dele, mantendo seu computador sincronizado com o backup, desta forma, somente a primeira vez que você for fazer backup irá demorar pois nenhum arquivo se encontra no servidor ainda. O Mozy fica aberto no System Tray e inicia junto com seu computador para fazer os backups sempre que necessário, e se você quiser, pode configurá-lo para fazer os backups somente em determinados horários, ou quando você se ausentar do computador.
Ao se cadastrar no Mozy, você terá gratuitamente 2GB de espaço para guardar suas coisas, isso pode ser muito (por exemplo para pessoas que so querem guardar documentos e planilhas) mas também pode ser muito pouco (pra mim, por exemplo). Se 2GB é pouco para você, então você tem 2 opções. Você poderá pagar pelo plano ilimitado e ter uma conta sem limite de espaço pra salvar tudo o que precisar online e depois restaurar seus backups sempre que precisar, e a bagatela sai por $4,95 por mês. Ou, se preferir, indique seus amigos para participar do programa. Pra cada amigo seu que é indicado e usa o programa, você ganha 250MB de brinde, ou seja, 4 amigos = 1GB.Infelizmente o Mozy ainda não tem versão pra Linux. Mas com o Mozy Pro, você poderá fazer backups também no Linux. O Mozy hoje conta com versões para Windows e Macintosh e trabalha muito bem.Para fazer o download e começar a salvar seus arquivos (Windows e Macintosh) acesse: Página do Mozy
Yes! Após uma ferrenha campanha feita pela comunidade do software livre, inclusive apoiada aqui no blog, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) votou contra a aprovação do formato OpenXML proposto pela Micro$oft, barrando o avanço da empresa para tornar o seu formato padrão, numa alternativa ao Open Document Format (ODF), apoiado pela comunidade do software livre como especificação para os documentos Office e já normalizado pela ISO.
Após analisar o formato, a ABNT definiu-o como "imaturo", devido aos 63 problemas técnicos encontrados, entre as quais, graves falhas de segurança no que toca à utilização de senhas de acesso e ao risco de contaminação por vírus (que novidade!).
Essa decisão dificulta os planos malignos da empresa do Tio Bill em aprovar o formato OpenXML como padrão reconhecido pelo ISO, que no início de Setembro irá avaliar as respostas dos 104 países envolvidos na votação pela normalização do formato.
Entre os países que votaram contra a aprovação da proposta de norma estão o Canadá, Alemanha, Índia, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos que, na semana passada, rejeitou por um voto o padrão.
A Micro$oft Brasil não se manifestou quanto à derrota do formato no país e limitou-se a referir em comunicado que "é importante destacar que a desaprovação recebeu diversos comentários técnicos que contribuirão para um aperfeiçoamento do formato OpenXML".
O safado OpenXML é o formato padrão de arquivos usado pelo Micro$oft Office 2007, que concorre com o ODF, adotado pelo OpenOffice e que foi aprovado como um padrão ISO no ano passado.
A Micro$oft é boazinha? Só pensa na comodidade do usúario? O papai noel existe? Se você acredita nessas historinhas, leia este artigo do BR-Linux.
Atualizei o meu Google Earth
e descobri uma nova funcionalidade nesta última versão chamada de
Goolge Sky, que permite que o usuário também explore o universo.
Lendo sobre a novidade descobri que foram utilizadas imagens de alta resolução de várias fontes para recriar mais de 100 milhões de estrelas e 200 milhões de galáxias.
Estão disponíveis camadas adicionais com imagens do telescópio Hubble, animações dos ciclos lunares e das fases da vida de uma estrela, e um guia de galáxias.
Para usar o Sky, basta fazer o download da mais nova versão do Google Earth disponível.
Clique aqui para baixar o Gerador (Oi, Vivo, Tim, Claro, Telemig)
Um mal que assola um grande número de usuários nos dias de hoje ainda é o famoso clicar sem ler ou clicar em qualquer coisa, onde você pode apostar as economias do seu cofrinho como muitas pessoas vão clicar neste link acima antes de ler este artigo completo e vão quebrar a cara!
Se você se empolgou com o título deste post e clicou desesperadamente no link para baixar um programa milagroso que gera créditos de graça para celulares, você é mais um alvo fácil para os hackers.
Uma coisa deve ficar bem clara: Os créditos de aparelhos celulares pré-pagos nada mais são do que dinheiro convertido para ser usado de outras formas, ou seja, tire o seu cavalinho da chuva se você acredita que alguma operadora séria de celular é capaz de permitir que qualquer pessoa gere "dinheiro" de graça e use em seus celulares.
Os números de cartões pré-pagos são gerados por algoritmos complexos que garantem a integridade dos números, impedindo qualquer tipo de falsificação.
Navego na internet a mais de 10 anos e nunca vi ou recebi um destes programas de geração de créditos que realmente funcionasse e também não conheço ninguém que já tenha se aproveitado deste tipo de artifício.
É incrível a quantidade de emails que eu recebo com links para esses tipos de programas, onde o link sempre aponta para algum endereço estranho, normalmente hospedado na Rússia (.ru) ou algum longínquo país europeu. O pior é que existem pessoas que ainda caem neste tipo de armadilha!
Esta semana fui obrigado a formatar um computador porque um indivíduo (vulgo operador) encheu o computador de trojans e spywares, clicando em links para programas de geração de créditos gratuitos para celular.
Lembra um dia na escola quando a professora disse: Menino(a), nunca aceite doce de estranhos! Bem, o conselho vale até hoje, pois essa história de créditos gratuitos para celular ainda é história pra boi dormir…
Se você baixou ou abriu o programa que está no link do começo do post, não se preocupe, ele é inofensivo e o máximo que ele pode fazer é te dar um puxão de orelha…
Esta é uma pergunta que muitos usuários iniciantes em Linux se fazem, pois não entendem como um sistema pode não ter vírus. A resposta a esta pergunta é simples: Somente o usuário root pode alterar os arquivos de sistema.
Um vírus só pode aparecer no sistema na forma de um programa (arquivo executável). Isto quer dizer que um vírus só irá funcionar no Linux se o usuário root executar o programa de vírus.
Como explicado acima, onde falamos sobre usuários, um usuário normal não consegue alterar (apagar, sobreescrever, ...) arquivos de sistema. Nem um programa executado pelo mesmo consegue. Assim sendo, ninguém se preocupa em fazer vírus para o Linux, pois são muitas barreiras a serem vencidas para que o mesmo tenha efeito.
É incrível como não param de chegar emails perguntando como descobrir quem bloqueou ou excluiu o contato de uma pessoa na lista de contatos do MSN Messenger da Micro$oft.
Hoje é sexta-feira, o meu dia favorito da semana, por isso para não me aborrecer com isso, eis uma solução definitiva:
>>> Checkmessenger
Este site promete descobrir quem são os amigos da onça que você adquiriu, enquanto pentelhava todo mundo pelo MSN.
Ele descobre quais contatos estão online ou não e te informa quem te excluiu ou bloqueou.
É preciso digitar o email e a senha do MSN no site e por mais que o serviço pareça sério, eu recomendo a troca da senha após o uso, vá saber se eles não armazenam os dados para "futuras consultas".
Conselho sentimental: Se você descobrir que aquela vaca desgraçada te bloqueou no MSN, não fique triste, ela não te merecia mesmo…
rsrsrs...mas pra quem usa linux é só usar o AMSN 0.97 ou 0.96 mesmo ele mostra automaticamente esses aborigenas kkk
* Se é gratuito, não deve ser bom;
* não há bons aplicativos para Linux;
* Não há suporte para software livre, e nem poderia, pois é um
produto gratuito;
* Linux não é tão seguro quanto software proprietário. Hackers
podem ler o código e entrar no sistema;
* Linux é repleto de bugs;
* Linux é difícil;
* Não há treinamento para Linux;
* Linux não é estável e confiável;
* Nenhum negócio verdadeiro usa Linux;
* Nenhum produtor de software, em sã consciência, vai abrir seu
código fonte;
* Produtos como o Linux podem sumir do mercado a qualquer momento,
pois não há uma empresa por trás;
* Linux é caro;
* O Linux roda em antigos 386 e 486 com funcionalidade mínima.
Os fatos:
Se é gratuito, não pode ser bom.
Este argumento, usado freqüentemente, é completamente falso. O Linux é
"free software" e a tradução correta para o termo "free" é livre e não
grátis. Distribuidores comerciais de Linux não proibem a distribuição
de seus produtos através da Internet, CDs baratos encartados em
revistas, ou outras formas de difusão sobre as quais não recebem nem
um centavo.
Mas esperar que alguma empresa forneça gratuitamente mídia de
software, manual impresso, suporte telefônico e outros serviços
adicionais é no mínimo irreal e fantasioso - e nenhuma empresa afirma
fazer isto.
Há inúmeros casos de aplicações críticas rodando em Linux, por
exemplo, muito da Internet repousa sobre Linux e software livre. Sem
eles, a Internet não funcionaria. É bem provável que, direta ou
indiretamente, você use algum produto desses todos os dias e nem
saiba. Servidores rodando Linux com sendmail gerenciam a maioria das
mensagens através da Internet; grande parte dos sites da Internet
utilizam o servidor web Apache.
Para entender melhor o conceito de Free Software, veja as licenças que
estão disponíveis na Free Software Foundation, www.fsf.org . Uma das
coisas que você irá aprender por lá é que é legítimo que o
distribuidor de um software livre cobre pelo seu trabalho de gerar as
cópias, e demais custos associados, bem como os serviços adicionais
oferecidos. Também as licenças esclarecem ao usuário os direitos de
utilização do Linux e outros softwares livres.
Não há bons aplicativos para Linux
Esse argumento também é falso. Há muitos aplicativos excelentes. E
mais e mais são lançados o tempo todo. Além disso, agora que o
movimento pelo software livre está fortalecido, muitas grandes
empresas de software proprietário estão fazendo versões de seus
programas para sistemas operacionais livres. E há muitas razões de
negócios para fazer isso, como será mostrado à frente. Alguns exemplos
de boas aplicações são: Netscape, Corel Word Perfect, StarOffice,
Oracle, Informix, Adobe FrameMaker, Corel PhotoPaint, Borland Kylix e
muito mais.
Não há suporte para Linux, e nem poderia, pois é um produto gratuito
Em 1997, o prêmio InfoWorld para o produto do ano, na categoria de
melhor suporte, foi para a comunidade de usuários Linux. Como isso
pode acontecer? Bem, a Internet é um lugar amplo e há áreas onde
aqueles que detêm o conhecimento estão ligados. Descobriu-se que as
pessoas recebem um suporte muito melhor e respostas mais rápidas
usando listas de discussão, grupos de notícias, sites de ajuda on-
line, do que tentando obter suporte de uma empresa comercial. Esse
tipo de suporte é gratuito, mesmo se o problema foi causado por erro
do usuário e não por bug de software.
Se todas essas informações ainda não forem suficientes, o usuário
poderá optar por suporte pago, fornecido por empresas especializadas
em suporte para Linux, como por exemplo a Linuxcare
(www.linuxcare.com).
Linux não é tão seguro quanto software proprietário, hackers podem ver
o código e invadi-lo.
Embora esse argumento pareça bastante lógico, à primeira vista, a
verdade é exatamente o oposto. Segurança através do desconhecimento
não é segurança. O desconhecimento dá uma falsa sensação de segurança.
Há muitas pessoas que não encontram nada melhor para fazer do que
tentar invadir software proprietário. Algumas são muito talentosas e,
se há brechas possíveis, elas as encontrarão. Considere por um momento
algum algoritmo de encriptação. Se ele quer uma chance de
reconhecimento ele precisa ser Open Source. Por que? Porque sem uma
intensa avaliação por parte da comunidade de desenvolvedores, ele
nunca será aceito como seguro. O "ping of death", por exemplo,
representou um ataque muito sério porque ele podia paralisar o
servidor. Poucas horas depois de sua descoberta, a plataforma Linux já
tinha uma correção contra o ataque. Produtos de código fechado não
chegaram a uma solução por meses. Você gostaria de rodar seu negócio
sobre software que tem regras de segurança sobre as quais você não
pode ter nenhum controle e às quais não se tem acesso?
Linux é repleto de bugs
E o software proprietário, não é? Companhias tradicionais de software
- por maiores que sejam - não têm recursos equiparáveis e nem
programadores tão motivados se comparados à legião de programadores
que, em todo o mundo, dedicam seu tempo a desenvolver o Linux e outros
free softwares. Assim, não é por acaso que a correção de um bug, que
no software comercial pode demorar semanas, meses ou até ser
solucionado apenas na versão seguinte, são geralmente feitas em
questão de horas.Não se está falando que o software livre seja livre
de bug, e sim, que com soluções rápidas e contínuo melhoramento do
código fonte, tem uma clara vantagem.
Além disso, é muito grande a responsabilidade de expor publicamente
seu código fonte, uma vez que as pessoas irão análisá-lo com
severidade e criticar seus erros. Por outro lado, isso acelera muito o
processo de desenvolvimento e também abre espaço para diversas
contribuições, as quais submetem a qualidade dos processos de
desenvolvimento a uma estrutura bem mais rigorosa. Essa nova estrutura
fornece invariavelmente uma depuração mais exigente e custos muito
mais reduzidos.
Linux é difícil
Essa alegação cai por terra, por exemplo, quando se vê um estudo de
caso como o do Colégio Stella, mostrado nesta edição da RdL, em que
crianças da pré-escola iniciam-se na computação através do Linux. Não
é preciso ser nenhum especialista para pilotar um Linux,
principalmente porque a grande maioria das pessoas quer aplicativos e
ambientes gráficos - facéis de usar e aprender intuitivamente ou com
pequeno esforço - e que encontram logo de cara ao instalar o Linux
através de qualquer das distribuições existentes. A curva de
aprendizado é bem pequena, como em qualquer outro sistema que você
conhece, e a documentação é muito extensa e acessível para qualquer
um. Browsers, e-mail, editores e processadores de textos, editores de
imagens bitmap ou vetoriais, planilhas, gerenciadores de arquivos,
visualizadores, bancos de dados, proxy, servidores, existem em
quantidade e qualidade mais do que suficiente para convencer qualquer
usuário. Na hora de pilotá-lo tudo transcorre sem traumas e usando o
conhecimento de outros sistemas, logo se pega o seu "jeito" e se
desmascara outro mito, que leva as pessoas a confrontar a real
intenção dos que o acusam de ser difícil. Também devemos levar em
conta o medo da mudança que induz as pessoas a pensar que o Linux é
difícil, mas na verdade a dificuldade está na mudança de paradigma.
Não há treinamento para Linux.
Já existem várias empresas, inclusive no Brasil, oferecendo
treinamento para Linux, embora em muito menor escala do que as opções
existentes para produtos comerciais. Mas isso está mudando
rapidamente, inclusive porque as empresas de treinamento estão
constatando quanto o movimento pelo software livre está crescendo, e
percebem que esta é uma grande oportunidade de negócios. Além disso,
há muita literatura sobre Linux e software livre, sem contar tudo que
está disponível na Internet e que representa um valioso recurso de
treinamento. Veja na seção de classificados da RdL as empresas que já
estão investindo no mercado brasileiro com treinamento para Linux.
Linux não é estável ou confiável.
Este é mais um mito destinado a espalhar o medo e que é absolutamente
desprovido de fundamento. Quantas vezes seu sistema proprietário
travou nesta semana? Saiba que é comum sistemas Linux funcionando
durante meses ininterruptos, sem nunca travarem a ponto de precisar de
uma reinicialização. E sobre a instalação de software? Seu sistema
exige que você reinicialize depois de instalar um novo programa? A
resposta será "não", se você estiver usando Linux.
Além disso, por que mais e mais empresas utilizam o Linux para rodar
aplicações em missão crítica? O correio dos Estados Unidos utiliza
Linux para manejar grandes volumes de mensagens. O Apache é um web
server tão estável que a IBM abandonou seus produtos e agora distribui
o Apache com suas aplicações Web.
Nenhuma grande empresa usa Linux.
Ao contrário. Há um histórico de adesão onde o perfil é de grandes
especialistas em todas as áreas, de desenvolvedores de gabarito, que
avaliaram o sistema e passaram a recomendá-lo a seus clientes. Um
número significativo diz respeito à base de provedores de Internet,
onde se concentra uma enorme quantidade de máquinas movidas a Linux. E
os administradores desses sistemas não optaram por ele porque é mais
barato, e sim porque atendia plenamente suas requisições técnicas,
como robustez, escalabilidade e segurança, e principalmente, porque
ele é totalmente customizável e o acesso ao código é completo. Não
podemos deixar de citar os bancos, companhias automobilísticas e
indústrias que utilizam o Linux como solução em seus sistemas ou
redes.
Nenhum produtor de software, em sã consciência, vai abrir seu código.
E por que a Netscape o fez, tal como a SUN e a Digital Creations,
entre tantas outras?
Produtos como o Linux podem sumir do mercado a qualquer momento, pois
não há uma empresa por trás.
Na verdade, programas de código aberto sobrevivem mesmo sem empresa, o
que não é possível na indústria do software comercial. Existe o
testemunho de muitos que foram seriamente lesados pela descontinuidade
de determinados softwares comerciais, o que não acontece quando o
código é aberto, justamente porque o fato de o código estar disponível
garante essa permanência. No universo comercial é justamente o
contrário, a falência de uma empresa ou o monopólio podem deixar os
usuários sem opção.
Linux é caro.
Os opositores do Linux alegam que, computados o custo de aquisição do
software e hardware, da assistência técnica, o treinamento das pessoas
que vão utilizar a plataforma e o desenvolvimento de aplicações, o
Linux revela-se uma solução bastante cara, e não gratuita, como se
propaga. E afirmam que raramente o Linux é grátis. Além disso,
consideram que o preço de aquisição de qualquer software é apenas uma
pequena parcela do custo total de propriedade da solução da qual este
software é parte, principalmente incluindo custos diretamente
relacionados, como treinamento, instalação e suporte, e outros
associados de forma mais difusa, como adaptação de rotinas de
trabalho, perdas de dados ou outros valores devido a falhas no
software ou a vírus, como o recente I LOVE YOU, que por sinal não
danificou nenhum sistema Linux.
Alegar que o valor de uma licença de software, exclusiva por máquina,
não é parcela significativa na solução global, encerra o debate com
qualquer consumidor. Instalar ou atualizar o Linux de qualquer das
grandes distribuições, com a liberdade para copiar ilimitadamente, com
preços unitários muito acessíveis, tem sido um dos pilares da sua
meteórica expansão. Isso é público e notório, principalmente para as
empresas, que sempre se preocupam em minorar seus custos de produção,
representando uma economia fundamental na luta para manter a
competitividade. Quando elas analisam rigorosamente outros quesitos
como treinamento, desenvolvimento, suporte e mão-de-obra, o resultado
é o espelho do que se vê na mídia em todo o mundo: Linux.
O Linux roda em antigos 386 e 486 com funcionalidade mínima.
Claro que nos 386 e 486 a funcionalidade da atual versão do Linux é
restrita, mas é plenamente possível transformar uma máquina dessas em
um servidor proxy para acesso remoto, um gateway de mail, um terminal
de entrada de dados ou diversas outras aplicações. De fato é difícil
rodar um ambiente gráfico complexo como o KDE ou o GNOME em um 386 ou
486, mas sempre se pode contar com alternativas, como o Blackbox ou o
IceWM. Ou mesmo interfaces em modo texto, mais do que suficientes em
máquinas servidoras, que em geral dispensam até mesmo o monitor de
vídeo.
Conclusão
Cada vez mais as empresas se conscientizam de que soluções fechadas
nem sempre são a melhor alternativa, ainda mais quando sujeitas a
custos desnecessários, problemas de projeto (vide novamente I LOVE
YOU, vírus de computador em geral - o Linux é imune! - e necessidade
de reboot e indisponibilidade como procedimento padronizado de
reconfiguração).
O Linux caminha a passos largos para se firmar como solução para
empresas e usuários domésticos. Não dizemos que o Linux seja perfeito,
mas com certeza ele já atende por completo a inúmeras corporações em
todo o mundo, aprovado como um projeto que já atingiu sua maturidade.
Empresas do porte da Mercedes Benz, IBM, YellowCab, Boeing,
Southwestern Bell and Pacific Bell Telephones, Hewlett Packard, sites
como o Yahoo, instituições reconhecidas como o Parlamento inglês, como
os Correios dos Estados Unidos e muitos outros exemplos de peso,
endossaram o sistema e atestam que ele é muito mais do que uma
promessa, que ele é uma alternativa, tanto em custos de implantação,
treinamento, administração, quanto na seriedade do seu
desenvolvimento. Para gente desse porte não é permitido errar e por
isso só apostam no certo. São eles que dizem que o Linux é o futuro e
que adotá-lo é muito mais seguro do que querem fazer acreditar seus
opositores.
Milhões de pessoas usam o Linux, e não um grupo pequeno nessa ou
naquela universidade. E entre os usuários não há um predomínio de
hackers, de gente que é capaz de lidar com sistemas complexos, e sim
de gente comum com o mesmo nível cultural encontrado entre usuários de
outras plataformas. O software livre, submetido continuamente à
aprovação, mostrou que é hoje uma indústria eficientíssima que garante
uma longevidade incontestável.
Um novo dispositivo é lançado e imediatamente já se começa o
desenvolvimento do seu driver ou de seus aplicativos, e muito
rapidamente os usuários têm acesso ao produto. Um novo tipo de
software é lançado e milhares de desenvolvedores correm contra o tempo
para fazer os aplicativos correspondentes para a plataforma Linux.
Existe uma demanda contínua por parte dos usuários e isso impulsiona
uma multidão de empresas e desenvolvedores, alimentando um gigantesco
círculo produtivo.
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Revista GDH número 7 Baixe a sua, antes que acabe! :) A partir desta edição, a revista passará a ser bimestral, o que nos permitirá produzir edições com uma qualidade ainda maior.
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Conhecimento Zero em Linux! Olá pessoal essa citação encontrei por aí nas minhas andaças pela net espero que gostem pois é muito interessante
Caros
amigos,
Eu não sei nada de Linux... mas tinha interesse em conhecer!
Longe de quer perguntar qual melhor distribuição para mim...
nada disso! Gostaria de saber o que é universal no Linux! O compreender
em sua essência!
Por exemplo, eu tenho um cd do Ubuntu.
Tá... Coloquei ele pra rodar via CD... mas não consegui fazer
ele enxergar a rede...
Mas o problema, para mim, não é simplesmente que alguém
me ensine como instalar um driver... Nada disso!
Eu quero um conhecimento integral do sistema!
Vou dar exemplos para melhor ilustrar o que pretendo saber.
Família Win9x e XP lêem FAT16, FAT32!
Família WinNT lê NTFS.
No Windows, os programas tem o sufixo .exe ou .com.
As bibliotecas são .dll.
Os drivers são .drv, .dll, .sys.
Para eu instalar um programa eu tenho que entrar em Inicair > Configurações > Painel
de Controle > Adicionar ou Remover Programas.
(Para remover o processo inverso...)
Ou então, executar um arquivo de extensão .exe responsável
pelo setup.
Os programas que instalamos no windows criam arquivos .INI, entradas nos
registros, instalam arquivos .dll em pastas dos sistema.
Todos os arquivos do windows ficam em %WinDIR% ( %SystemRoot% ) e que em
geral é C:\Windows
Os arquivos temporários ficam, em geral, em C:\Windows\Temp !
A pasta que aparece na área de trabalho é a Desktop!
C:\Windows\Desktop para Win9x
C:\Documents and Settings\User\Desktop no WinXP!
Se eu tenho problemas lógicos com meu HD eu rodo o Scandisk ( 9x!
) ou o chkdsk ( NT ).
Se eu quero que algum programa inicie ou não com o windows eu posso
usar o MsConfig ou entrar nas pastas do registro... Tbm posso colocar um
atalho na pasta INICIAR do Meu Iiciar > Programas.
Se quero abrir o gerenciador de tarefas do Windows eu aperto Ctrl + Alt
+ Del. E lá posso fechar muitos programas/processos abertos ( Sim, não
todos... ).
Existe o systray, onde ficam ícones dos programas abertos e suas respectivas
funções.
Se eu quero abrir um programa, já instalado... só preciso
clicar em seus respectivo programa .EXE!
Acredito que .mp3, .gif, .mpeg, .jpeg... sejam formatos universais! Se
eu enviar uma mp3 para um colega que usa linux... ele , o arquivo!, continuaram
com esta extensão, certo?!
Se eu precisar de abrir um programa em modo DOS... posso abrir o Command.com
ou o CMD.Exe... E para cada programa que quiser saber de suas funções
posso utilizar o sufixo /? para abrir visualizar a ajuda do programa.
No Windows, um arquivo pode ser "somente leitura", "oculto", "do
sistema", "arquivo morto".
Compreendem o que quero entender?!
Não quero ficar abrindo um tópico para cada dúvidas
que tiver e nem ficar pesquisando para cada dúvida! Queria uma espécie
de Bíblia do Linux.
Que fosse do banal ao sofisticado. Do mais simples ao complexo.
Eu sou alguém que usa o Windows desde a versão 3.1. Passei
pelo W95, 95ORS2, 98, 98SE, ME e XP!
Não compreendo um sistema operacional que não seja 100% semelhante
ao Windows. Passar do Win98SE para o XP, eu já achei um pouco difícil!
E mesmo tenho um bom conhecimento da família 9x.
Hoje, estou extremamente satisfeito com meu Windows XP!
Porém, tenho algumas máquinas antigas paradas... e gostaria
de começar a brincar com o Linux! ( Por favor, eu não quero
saber qual a melhor distribuição! )
Eu quero aprender o que é comum em todas as Distr. Eu quero mexer
no Linux Puro ( se é que isso exista... )
Por exemplo, se me fosse pedido para ensinar todo o que sei sobre o Windows...
Eu começaria com o DOS.
Falaria tudo o que sei do DOS, depois passaria ao Win98SE e falaria tudo
o que sei! Depois passaria ao WinXP e passaria tudo o que sei!
Começaria do mais simples... e iria gradualmente construindo um conhecimento
sólido.
Imagino que o Linux, da mesma forma que o Windows, precise ser instalado
em uma FORMATAÇÂO DE DISCO específica, depois precise
dos DRIVERS específicos do seu hardware e por fim fazer todos suas
configurações pessoais e instalar os programas que se gosta.
O problema é que nenhum destes passos eu sei! E de modo algum gostaria
de uma Distribuição que fizesse isso tudo automático!
Quero aprender! Não me iludir!
Claro que depois de aprender, posso me dar ao luxo de utilizar distrib.
que facilitem nossa vida. Mas só depois de aprender!
Por isso, eu queria uma indição de Site/Livro que revelasse
tudo! Partindo do princípio, e de preferência relacionando ao
o que ocorre ao Windows, para ser mais fácil de se compreender...
Mostrando as qualidades e os defeitos!
Por exemplo, Fat16 não enxerga mais do que 2GB... é um problema!
FAT32 abresenta grande disperdício de disco quando instalado em partições
mairoes que 32GB... WinXP é um SO muito estável, porém,
muito mais pesado que o Win95...
É isso!
Algo bastante amplo! Justamente, pq será para alguém que não
sabe nada!
Muito obrigado e Felicidades!
"Então cara se você quer mexer com linux "puro" Slackware nele!!!

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